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Kayze Cardoso, 15 anos. Ironica, sensivel, sarcastica, observadora, fria, calculista, sincera, cínica, anti-social, perseverante, direta, impulsiva, otimista, intensa, bipolar, detalhista, inconstante, voluvel, ansiosa, imprevisivel, caótica, fragil, ciumenta, estrategista, realista, afetiva, corajosa, medrosa, feliz. DIFERENTE

theme por: cerejadosundae detalhes originais e inspirações de: desesperançoso e Sk8er-girl. Não copie, nem remova esta tag, isso é muito feio e chato.





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Apenas acredite em vocêe.
outravez-desamor:

Tô precisando de ajuda e ninguém nota. Tô precisando de um colo pra deitar mas ninguém dá. Tô precisando de um ombro pra me apoiar e ter vontade de continuar forte mas ninguém tem. Não posso chorar pra sempre no abraço de qualquer pessoa. Chorar pra sempre requer confiança. Falar tudo que fica guardado requer mais confiança ainda. Não sei transbordar pra quem já está transbordando. Se alguém já tem problemas, eu guardo as minhas angústias no bolso, ninguém precisa carregar dois pesos. Mas ultimamente minha cabeça tem pesado mais do que o resto do meu corpo suporta. E ninguém vem aqui me sacode e diz “Acorda, vamos lá, cadê você?”. E eu tenho que parar com essa mania de achar que alguém vai se preocupar e me sacudir e me fazer querer estar de pé denovo. Não dá pra contar com quem te deixa na mão. Preciso colar aquele “Keep Calm and Stay Strong” na porta do armário pra ver se flui. Não estou me permitindo fluir. Preciso de colo. Preciso de colo. Preciso de colo. Alguém, por favor, pode vir correndo agora me mandar ficar bem? Alguém pode, por favor, me dizer que tudo bem eu chorar, querer morrer, chorar, falar, chorar, que vai continuar aqui? Alguém pode lidar com o meu pior e não ir embora por isso? Amanhã quando eu acordar.. Quero querer acordar.
Brenda Söderquist.

outravez-desamor:

Tô precisando de ajuda e ninguém nota. Tô precisando de um colo pra deitar mas ninguém dá. Tô precisando de um ombro pra me apoiar e ter vontade de continuar forte mas ninguém tem. Não posso chorar pra sempre no abraço de qualquer pessoa. Chorar pra sempre requer confiança. Falar tudo que fica guardado requer mais confiança ainda. Não sei transbordar pra quem já está transbordando. Se alguém já tem problemas, eu guardo as minhas angústias no bolso, ninguém precisa carregar dois pesos. Mas ultimamente minha cabeça tem pesado mais do que o resto do meu corpo suporta. E ninguém vem aqui me sacode e diz “Acorda, vamos lá, cadê você?”. E eu tenho que parar com essa mania de achar que alguém vai se preocupar e me sacudir e me fazer querer estar de pé denovo. Não dá pra contar com quem te deixa na mão. Preciso colar aquele “Keep Calm and Stay Strong” na porta do armário pra ver se flui. Não estou me permitindo fluir. Preciso de colo. Preciso de colo. Preciso de colo. Alguém, por favor, pode vir correndo agora me mandar ficar bem? Alguém pode, por favor, me dizer que tudo bem eu chorar, querer morrer, chorar, falar, chorar, que vai continuar aqui? Alguém pode lidar com o meu pior e não ir embora por isso? Amanhã quando eu acordar.. Quero querer acordar.

Brenda Söderquist.


20/05/2012 às 10:04pm · 4 notes · reblogue
ivalentim:

— Pára de fazer isso.
— Não to fazendo nada.
— Não, você nunca faz.
— Lá vai, o que eu fiz?
— Nada.
— Então…
— Exatamente.
— O que você quer de mim, pelo amor de Deus?
— Você. Quero você. Não partes de você.
— Olha, não vou disc…
— Tá vendo? Você nunca quer discutir, nunca quer me contar nada. Nunca diz o que tá sentindo, é sempre esse mistério todo, esse silêncio todo. Você não tá nem com um pé na nossa relação e eu tô com meu corpo inteiro esparramado, estirado no chão. Tô com meu peito aberto pra ti e tudo o que tu faz é se afastar.
— Você é tão a mulher da relação.
— Quem se protege por ter tanto medo é você, não eu.
— Pára.
— Não engole o choro.
— Não vou chorar.
— Eu só quero te conhecer, assim como você me conhece.
— Você me conhece, idiota.
— Não sei nada sobre você.
— Sabe sim, sabe mais do que todo mundo. Sabe que eu durmo como ninguém e se me deixassem eu dormia o dia inteiro. Sabe que eu amo a minha cachorra mais que tudo. Sabe como é minha casa, sabe cada perfume que eu já usei e detesta aquele muito doce.Sabe que eu te ligo de madrugada quando tá chovendo pra você me acalmar porque morro de medo de trovão. Sabe que eu amo toddynho e sabe que eu gosto de bater em você; sabe como me deixar com raiva, como me fazer sorrir. Sabe me deixar feliz e é isso que importa pra mim. Eu pedindo pra desligar o telefone porque tô escovando os dentes, você me pedindo pra ouvir e dizendo que é lindo o barulhinho que eu faço quando escovo os dentes… Olha, você não precisa saber da minha história, não precisa conhecer meu tipo sanguíneo e nem saber do último cara que eu conheci. Isso aqui. Eu e você. Agora, é só isso que importa.
— Me diz…
— O que?
— Qual teu típo sanguíneo.
Bufei.
— O Positivo.
──Iolanda Valentim(ivalentim)

ivalentim:

— Pára de fazer isso.

— Não to fazendo nada.

— Não, você nunca faz.

— Lá vai, o que eu fiz?

— Nada.

— Então…

— Exatamente.

— O que você quer de mim, pelo amor de Deus?

Você. Quero você. Não partes de você.

— Olha, não vou disc…

— Tá vendo? Você nunca quer discutir, nunca quer me contar nada. Nunca diz o que tá sentindo, é sempre esse mistério todo, esse silêncio todo. Você não tá nem com um pé na nossa relação e eu tô com meu corpo inteiro esparramado, estirado no chão. Tô com meu peito aberto pra ti e tudo o que tu faz é se afastar.

— Você é tão a mulher da relação.

Quem se protege por ter tanto medo é você, não eu.

— Pára.

— Não engole o choro.

— Não vou chorar.

— Eu só quero te conhecer, assim como você me conhece.

— Você me conhece, idiota.

— Não sei nada sobre você.

Sabe sim, sabe mais do que todo mundo. Sabe que eu durmo como ninguém e se me deixassem eu dormia o dia inteiro. Sabe que eu amo a minha cachorra mais que tudo. Sabe como é minha casa, sabe cada perfume que eu já usei e detesta aquele muito doce.Sabe que eu te ligo de madrugada quando tá chovendo pra você me acalmar porque morro de medo de trovão. Sabe que eu amo toddynho e sabe que eu gosto de bater em você; sabe como me deixar com raiva, como me fazer sorrir. Sabe me deixar feliz e é isso que importa pra mim. Eu pedindo pra desligar o telefone porque tô escovando os dentes, você me pedindo pra ouvir e dizendo que é lindo o barulhinho que eu faço quando escovo os dentes… Olha, você não precisa saber da minha história, não precisa conhecer meu tipo sanguíneo e nem saber do último cara que eu conheci. Isso aqui. Eu e você. Agora, é só isso que importa.

— Me diz…

— O que?

— Qual teu típo sanguíneo.

Bufei.

— O Positivo.

Iolanda Valentim(ivalentim)


6/05/2012 às 6:15pm · 767 notes · reblogue
ivalentim:

Deitei na cama e suspirei pesadamente. Pela primeira vez no dia, parei de sufocar o que eu realmente sentia e permiti que doesse um pouquinho. Às vezes é bom, sabe? Deixar a ferida meio aberta. Tenho medo de esquecer algum dia. Tenho medo de virar só uma lembrança, como as outras. 
Falei, baixinho, com medo até de eu mesma me ouvir dizendo isso:
— Sinto sua falta.
Tipo, muita.
Tipo de ser difícil respirar quando penso em você, literalmente. Literalmente mesmo. Um dia desses perguntei se era normal isso à uma amiga. Incrivelmente ela já sentiu isso, até me senti melhor de não ser a única tonta no mundo.
E todo meu corpo ficou pesado demais. Afundei a cabeça no travesseiro e fechei os olhos, ciente do nó na garganta e do aperto no peito (Será que tem remédio pra isso? Será que mata?). Até quando isso, pelo amor de Deus?
Dormi com a promessa mental que eu faço todas as noites: amanhã passa.
(Iolanda Valentim)

ivalentim:

Deitei na cama e suspirei pesadamente. Pela primeira vez no dia, parei de sufocar o que eu realmente sentia e permiti que doesse um pouquinho. Às vezes é bom, sabe? Deixar a ferida meio aberta. Tenho medo de esquecer algum dia. Tenho medo de virar só uma lembrança, como as outras. 

Falei, baixinho, com medo até de eu mesma me ouvir dizendo isso:

Sinto sua falta.

Tipo, muita.

Tipo de ser difícil respirar quando penso em você, literalmente. Literalmente mesmo. Um dia desses perguntei se era normal isso à uma amiga. Incrivelmente ela já sentiu isso, até me senti melhor de não ser a única tonta no mundo.

E todo meu corpo ficou pesado demais. Afundei a cabeça no travesseiro e fechei os olhos, ciente do nó na garganta e do aperto no peito (Será que tem remédio pra isso? Será que mata?). Até quando isso, pelo amor de Deus?

Dormi com a promessa mental que eu faço todas as noites: amanhã passa.

(Iolanda Valentim)


6/05/2012 às 6:11pm · 329 notes · reblogue

O problema é que agora eu vou ao salão mais do que o necessário. Meu cabelo nunca foi tão escovado e hidratado e minhas unhas nunca foram mais bem feitas e serradas e sem nenhuma cutícula. Eu depilo a perna e é quase um alívio sentir a dor disso. A cabeleireira puxa meu cabelo e eu boto um sorriso na cara apreciando esses raros momentos. Eu faço mais abdominais do que o necessário na academia e minha panturrilha está super definida porque eu treino mais do que eu posso. Eu treino até poder sentir só a dor de treinar e não poder sentir mais nada. Eu suo na academia e depilo no salão porque isso tudo me distrai de sentir a verdadeira dor. Você sabe. A dor de estar em pedaços. Quão poético isso pode ser? Fazer duas horas de caminhada só pra ficar sem fôlego e nem é por causa do corpo definido, e sim da cabeça conturbada, do coração estraçalhado e miserável. Eu faço de tudo. Eu nunca estive tão bem cuidada e tão maltratada ao mesmo tempo… O que? Eu sei. Esse não é pra ser um texto bonito e de longe, algo inspirador. Não é sentimental falar de depilação. Na verdade, é um texto covarde. Um texto sobre como eu sou fraca e tenho que inventar alguma outra ocupação pra não sentir isso. Não sentir nada. Não pensar em você.


6/05/2012 às 6:03pm · 232 notes · reblogue


5/05/2012 às 12:31pm · 5,204 notes · reblogue

Então você que ser matar? Porque ninguém liga pra você. Sua família te odeia. Certo? Não. Seu pais entram no seu quarto de manhã e encontram um cadáver. Se esforçam ao máximo para não pensar negativo, e pra pensar que você só está brincando. Então eles começam a te chacoalhar. Porque você não está respirando? Eles ficarão arrasados. Lágrimas. Muitas lágrimas. Mais lágrimas do que você já chorou sua vida inteira. Foram eles? Eles foram a razão de você ter feito aquilo? Mais lágrimas. Dor. Todo dia. Toda noite. Todo segundo do dia. Culpa. Mais culpa. E os seus melhores amigos? Eles não vão ligar. Certo? Não. Qual será a primeira coisa que virá à mente deles quando o seu diretor entrar na sala e avisar à turma que você não está viva? Sua melhor amiga se senta aos prantos. Aquela garota para a qual você sorria mas com quem nunca conversava? Ela está chorando agora. O menino que te chutava debaixo da mesa só pra te irritar? Ficará chocado. Ficará devastado. Irá se culpar. E a sua professora? Pensamentos cruzando sua mente. Ela se perguntará se você se matou porque ela não tornou a escola confortável o bastante para você. Dor. Devastação. Tudo junto. Quem organiza seu funeral? Quem vai pegar suas coisas? Roupas? Cadernos? Algumas das garotas mais velhas que costumavam te irritar na escola? Se sentirão arrependidas. Irão se culpar. Veja, se você se matar hoje, jamais saberá o que pode acontecer amanhã. Jamais saberá porque estará morta. Completamente morta. Sem respirar. Sem vida. Só morta. Sua família se odeia por isso. Sua melhor amiga entra em depressão. Lágrimas. Lágrimas. Mais lágrimas que em um rio. Tudo por que você se matou por pensar que ninguém ligava pra você. Certo? Você é amada. Por muitos. Alguém nesse instante está pensando em você. E agora, estou pensando em todos que pensaram ou estejam considerando o suicídio. Você é linda. Não importa se é negra, branca, homossexual, alta, baixa, gorda ou anoréxica. Você é linda. Quer se matar? Pense nisso antes. Não há volta. E eu juro que, se você o fizer, não estará apenas se ferindo; estará ferindo muitos. Está criando mais lágrimas do que já se permitiu chorar. Está tornando todo mundo infeliz e fazendo-os se sentir culpados e com dor. Eles jamais se sentirão plenos como se sentiam quando tinham você. Você é linda. E nunca está sozinha.

(Source: asfakeasy0urtan, via leitedeburra)

4/05/2012 às 9:40pm · 155,916 notes · reblogue